Rio de Janeiro / RJ - domingo, 20 de agosto de 2017

Homeopatia

A Homeopatia tem fundamento e filosofia diferente da Medicina Tradicional. A partir de experimentos em pessoas sadias de medicamentos que produzem o maior número de sintomas semelhantes aos observáveis no caso de doença, utilizando-se os mesmos em dose e em potência adequada consegue-se restaurar a Força Vital.Este agentes são então um Similimum ao modo de adoecer de cada pessoa individualmente.

 Estes Medicamentos foram descritos em grande parte por Hahnemann. Ele realizou experimentos dos mesmos em si próprio, em seus filhos e em seus seguidores médicos. Nestes experimentos, cada sintomatologia  era descrita cuidadosamente demonstrando alterações Mentais ou de cada setor da economia(Patogenesia)  a partir do momento de ingestão do Medicamento.Todos os sintomas eram detalhados quanto a localização, o tipo, a irradiação,o horário que agravava ou que melhorava e com que e etc.

Além desses muitos outros sintomas foram grafados a partir de inúmeras pessoas que faziam o experimento, de sexo e idades diferentes. A patogenesia quando estudada por muitos experimentadores levavam a uma sintomatologia rica tanto mental como corporal. Assim surgiram os policrestos. Quando os medicamentos eram estudados por menos pessoas e continham menos sintomas eram chamados de semi- policrestos ou medicamentos menores. Nestes medicamentos menores a sintomatologia era dirigida a determinados órgãos específicos.

A Homeopatia não trata a doença, mas a pessoa doente. Por exemplo:A pneumonia de Maria exibe um quadro de sinais e sintomas diferentes da pneumonia em Débora. São os sintomas especialmente aqueles estranhos e imprevistos, não comum à doença, mas ao paciente com a doença, que pedirão um medicamento que tenha provocado precisamente esses sintomas na pessoa antes saudável.A prescrição é individualizada para cada paciente.

A cura homeopática depende da lei da natureza: Uma afecção dinâmica mais fraca é extinta de modo permanente no organismo vivo por outra mais forte, quando esta última (embora de espécie diferente) seja semelhante à primeira em suas manifestações (Organon & 27).Esta lei,  aplica-se tanto para cura física quanto para a cura de males morais.

O poder curativo dos medicamentos depende, portanto, de seus sintomas, semelhantes aos da doença, mas superiores em força,de modo que cada caso individual de doença é mais certa, radical, rápida e permanentemente eliminado e removido apenas por um remédio capaz de produzir no organismo humano, da maneira mais completa e semelhante, a totalidade dos seus sintomas, que são, ao mesmo tempo, mais fortes que a doença.

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